
A Babilônia antiga tinha um complexo sistema de saúde pública, com médicos e veterinários, além de uma agência reguladora que investigava e punia erros médicos. Mas além dos médicos que curavam doenças com ervas e remédios, havia os que investigavam as doenças a partir das suas causas religiosas: eles perguntavam ao doente o que ele tinha feito que poderia ter ofendido algum deus, e a partir daí buscavam feitiços ou sacrifícios que acalmassem o tal deus.
Mais de 3.000 anos depois, e às vezes parece que ainda somos babilônicos, só com palavras mais sofisticadas.